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Babilônia, novela de respeito

June 19, 2015

Sábado (13/6) gravei uma breve participação em Babilônia, deve ir ao ar hoje (19/6). Tive novamente o prazer de estar entre pessoas que são a própria dramaturgia brasileira. Não são os únicos, mas estão na definição do teatro, do cinema e mesmo da TV nacionais. Obrigado.
Gostaria de aproveitar para parabenizar a determinação e qualidade com que a obra aborda a questão homo afetiva. Devemos mesmo levantar assuntos para discussão, sem tentar doutrinar quem assiste, mas estimulando seu raciocínio. Assim pensa um artista. A repercussão foi grande o que significa que o tema é importante. Fico receoso com tom exaltado que a discussão vem atingindo porque na minha cabeça é uma questão muito simples. Trata-se apenas de respeitar ser humano, respeitar inclusive o direito de o cidadão gostar de quem quiser. E estamos falando do sentimento mais nobre que conhecemos, o AMOR! Ninguém conseguiu defini-lo e queremos dar-lhe regras. Seria mais ou menos isto, não?
Eu defendo, em última análise, o RESPEITO. 
Utopicamente falando, se todos os humanos se respeitassem ninguém tentaria levar vantagem. Assim não precisaríamos de leis, porque todos saberiam até que ponto ir sem prejudicar ninguém. Saberíamos medir entre nós quanto poderíamos ceder para que pudéssemos atender ao máximo as necessidades de ambos. Não precisaríamos explorar trabalhadores, teríamos prazer em ajudar e sermos ajudados, daríamos de bom grado aos outros o que não tivesse importância para nós, ou o que lhes fosse mais útil do que nos é. Pediríamos uns aos outros, sem peso na consciência, pois saberíamos que a resposta seria sincera e, ainda que negativa, sempre levaríamos em conta que a decisão fosse a melhor para a maioria. Ficaríamos felizes, ainda que perdendo algo, simplesmente por saber que estaríamos fazendo o bem para o maior número de pessoas possível. Sempre seria o melhor para a maioria. Trabalharíamos pelo bem comum em atividades que nos dessem prazer, estimulados a servir e sermos servidos. Onde há respeito não há preguiça e não há ganância, há equilíbrio.
Um dia ainda vou além neste texto

 

 

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